7 posts sobre Ares, o deus da Guerra

 

Amando ou odiando Ares, todos tem de convir que ele foi um personagem de grande importância. Mas mais importante do que isso, Kevin Todd Smith, foi um grande ator e grande ser humano, que deixou saudades na família, nos amigos de elenco e em nós fãs.

Curtam aí 7 posts garimpados trazendo o grande deus da guerra como tema! E comentem!

 

1) As Faces de Ares – Por Chapo

2)Por que Xena e Ares eram socialmente errados como casal – Por Mary

3) Ares e Afrodite – Por Abarda

4) Ares, o deus mais xenite. Ou não. – Por Abarda

5) O “amor” de Ephiny e Ares – Por Robson Cardoso dos Santos

6) Deus e homem…, seu poder de ser devastador mas ter a capacidade de amar – Por Shion

7) Ares e o melhor amigo do homem – Por Robson Cardoso dos Santos

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10 Posts Históricos

Garimpando algumas jóias, pra que os novos fãs/leitores possam conhecer :)

 

1- A Higiene na época dos deuses antigos – Por Yannara

2- XWP e Roma – Por Chapo

3- A Cidade da Princesa Guerreira – Por Abarda

4- Reis e Bardos – Por Nati Ribeiro

5- Carruagens Velozes e Furiosas – Por Rodrigo Silva

6-  A História de Potédia - Por Abarda

7- Os Bares e Comidas de Roma - Por Nati Ribeiro

8- Tebori: O que marcou verdadeiramente Gabrielle - Por Chapo

9-Roma e Sua Religião e o Trio Parada Dura – Por Chapo

10- Potédia, Gabrielle e Maldições – Por Nati Ribeiro

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Um Relato

Esse é meu primeiro post na Revista Xenite e eu gostaria de falar sobre algo que sempre me deixa pensativa, talvez alguém já tenha postado isso, mas este é o meu ponto de vista.

Comecei a assistir Xena quando ainda passava na Record, logo depois de Hércules. Costumava assistir com meu falecido avô, hoje quando me lembro dele, nossos momentos assistindo o seriado eram os melhores da minha infância. O tempo foi passando e Xena parou de passar na TV e eu não sabia direito mexer na internet então fiquei anos sem assistir, sem saber o que acontecia, sem saber o que acontecia depois de elas serem crucificas, se é que acontecia algo.

Nunca achei ninguém para compartilhar essa minha vontade de assistir, de falar o quanto eu gostava da série, a maioria das pessoas achava estúpido eu ainda gostar “daquilo”. Mas fui crescendo e, com 15 anos descobri que eu podia baixar a série, foi difícil achar mas consegui um site que tinha até a quarta temporada, mas quando estava indo baixar tivemos que nos mudar e fiquei muito tempo sem internet, tanto que, quando fui baixar de novo, os links já estavam fora do ar – quase uma tragédia, eu sei.

Hoje, cá estou eu, com meus 18 aninhos tendo assistido toda a série. Descobri que tinham quinta e sexta temporadas, finalmente descobri que tinha algo entre Xena e Gabrielle – os cortes na Tv não deixavam isso muito claro, mas sempre tive a impressão de algo estava escondido. E o mais importante: eu descobri que não estou sozinha nesse meu vício, depois de um tempo comecei a achar grupos espalhados pela internet que mostravam que a série não estava morta, mas viva com a ajuda de seus fãns. Esse universo me deixou extasiada, até então eu nunca tinha ouvido termos como Xenites, Shipper, Subber ou Maintexter. Comecei a descobrir também as Fics, e cara, fiquei apaixonada por algumas – existem pessoas tão criativas nesse mundo! -, tão apaixonada que comecei a escrever as minhas que ainda estou criando coragem para começar a publicá-las…

Foi um baque de alegria quando conversei com um xenite pela primeira vez. Saber que eu podia compartilhar minhas idéias, escutar outras opiniões, concordar com outras, até agora não tenho como descrever como foi. Ainda converso com muito desses xenites, algum se tornaram bons amigos com o tempo. Os grupos do Facebook também foram ótimos, conhecer gente diferente de todos os lugares do mundo, tem sensação mais legal???

É eu sei, foi um texto bem curtinho, mas o que eu queria colocar aqui é um pouquinho de mim, essa completa fanática pelo universo mitológico, fantástico e inspirador de nossa querida Xena, a Princesa Guerreira. Vou colocar mais posts sempre que puder, tenho até uma listinha de temas que gostaria muito de escrever e ainda alguns prontinhos, é só o tempo de passar pro computador. Então é isso, espero que tenham gostado de ler e até a próxima…

 

 

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So this is goodbye…

 

Olá povo xenite!

Quem notou o trocadilho da capa?
Pois é, so this is goodbye.
Mas palma, palma, não priemos cânico (um beijo pra Chapo). A RX não está acabando, está apenas em fase de metamorfose, finalizando um ciclo.

Em outras palavras, não deixará de existir, mas terá algumas mudanças no seu funcionamento, assim como vem tendo no decorrer dos últimos meses.

A novidade, dessa vez, é que ela não funcionará mais com edições mensais, mas sim, passará a ser um site onde qualquer xenite (desde que faça um cadastro) poderá publicar seu texto quando quiser. Isso mesmo, sem prazos, sem pressão de final de mês, quando bem entender.

Infelizmente, isso acabará com os editoriais e capas mensais, mas talvez ainda criemos edições especiais comemorativas, como uma edição de Halloween, de Solstício, entre outras. Estamos abertos a idéias!

Através dessa iniciativa, esperamos criar um ambiente mais livre, onde os xenites se sintam mais à vontade, e quem sabe até mesmo aumentar o número de publicações e visitas, uma vez que quem estiver disposto a publicar, não precisará esperar mais um mês inteiro, se perder o prazo, e quem lê a Revista, terá que ficar antenado com mais frequência já que material novo poderá surgir à qualquer momento.

Eu já criei aqui um tutorial detalhadinho (que algumas pessoas já usaram, e viram que não é nenhuma bíblia em aramaico) de como fazer pra publicar seu próprio artigo, tudo que vocês precisam fazer (quem não fez ainda) é lê-lo, criar seu username e ser feliz.

CLIQUEM AQUI PRA LER O TUTORIAL

Todo artigo editado por vocês, será enviado para revisão, ou seja, não aparecerá de imediato no site, mas procuraremos conferir a fila de revisões diariamente, e soltar os artigos novos o mais rápido possível. Combinado?

 

É isso aí, agora corram ler os artigos da última edição MENSAL da Revista Xenite. Um abraço à todos!

 

Gabrielle era a vilã e Xena estava no caminho errado – Por Chapo

Sair do Armário está na moda II + alguns pingos – Por Chapo

Crenças e Atitudes – Por Mára

Uma kombatente com bumerangues e bastão… – Por Alessandro Chmiel

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Gabrielle era a vilã e Xena estava no caminho errado

Estava assistindo outro dia ao desenho Caverna do Dragão e, curtindo meu momento nostalgia, lembrei-me daquele famoso final (que na realidade nunca fora comprovada sua veracidade) que revelava o Vingador como filho do Mestre dos Magos (houve uma referencia disso no desenho: episodio 20 da 2ª temporada), Uni como parte do mal que prendia os jovens no Reino e, claro, a verdade sobre o destino trágico deles: Estavam todos mortos depois do acidente com a montanha-russa e tudo que eles estavam passando era o pós-morte criado pelo -na verdade maléfico- Mestre dos Magos que só queria suas almas aprisionadas no Reino para sempre.

Existem também outros finais mitológicos com a premissa parecida.

Mas dadas as circunstâncias, o fato do desenho ser fruto de um famoso jogo de RPG e não possuir um final produzido, até que esta interpretação não é tão ruim. Se fosse o fim do desenho seria no mínimo surpreendente, bem alternativo e tão épico quanto FIN, já que mataria de uma vez minha infância em 24 minutos.

E se analisarmos XWP dessa mesma maneira?

Muitos vão discordar, eu sei.  Não te quebrará os dedos comentar me contestando, na verdade.

Desenvolvo a ideia:

Na primeira temporada temos uma ex senhora de guerra (Xena, no caso) enterrando suas armas por alguma razão que só ela poderia dizer.
O que aconteceria se Gabrielle nunca tivesse cruzado com ela? (essa frase soou meio maintexter, não?).

Bem, Xena morreria, talvez; Cyrene e Amphipolis inteira a apedrejariam até a mãe ter compaixão, até Xena morrer ou até decidir ir embora.

De qualquer forma isso despertaria a evil Xena de novo ou a guerreira passaria a viver como andarilha perdida em seu rumo, em seu destino.

Mas o mundo continuaria a girar, certo?

Aí você me diz que em Remember Nothing o mundo sem Xena é apresentado. Senhores de guerra se unindo, ficando mais poderosos e escravizando o máximo de pessoas possíveis.
Mas e por que não dizer que este mundo é só mais uma Ilusia criada pelos Destinos ou mesmo por Lyceus somente pare persuadir a guerreira a continuar em seu caminho de matança?

Além disso, sabemos que sempre houve e haverá mais e mais guerreiros, guerras e mortes inúteis, com Xena ou sem Xena. The Xena Scrolls é a maior prova disso.

Talvez existisse um plano MAIOR e que não enxergamos sem um olhar mais minucioso.

 O destino de Xena era, na verdade, matar. E matar MUITO!

 

Ora, Ares oferece seu exército para Xena liderar contra qualquer outro que se atrever. Ares sabia, eu sei e você também sabe que eles dois juntos seriam imbatíveis. Ou você acha que ela não ficou com ele somente por falta de amor/tesão/afinidade? Ela sabia que seria o mesmo caos inebriante e hipnotizador que viva com Bóreas e que ela custou a se livrar.

Mas paz através da Guerra? E por que não?

 Aí você me diz que então ela causaria Muitas mais mortes se aceitasse a proposta de Ares. Mas e depois? Quando finalmente ela conquistasse tudo ela ia matar quem?
Temos paz!

Mas não, havia um plano maior, lembra?

O que Lao Mah queria dizer com “Xena está destinada a grandes feitos?”?  Some isso à Krishna e o tal do caminho do guerreiro.  Gabrielle também azucrinando as ideias de Xena com o papo de Bem Maior.  Eli com o amor é o caminho.

Nesse lenga lenga todo, ao longo de seis temporadas (ou parte da vida de Xena) eles mantinham Xena matando quase que diariamente. Era devagar, mas era constante.

 

Em the Price a Evil Xena tava resolvendo numa boa a situação. Sem o fato ISOLADO da Gabrielle descobri sobre Kautaka, Xena não deixaria de pegar um guerreiro curumim da Horda vivo para questionar e descobrir que o negócio era uma luta Líder x Líder e tava tudo resolvido.

Evil Xena salvou o dia, Gabrielle serviu o cafezinho. Aliás, nem isso…

Boreas, Draco, Callisto, César e CIA tentaram e quase conseguiram tirar Xena do caminho (o tal do Caminho). Mas Gabrielle sempre puxava de volta, graças a Dahak!

Dahak? Ué, vocês acham mesmo que Gabrielle só estava no templo errado na lua errada pro Deus plantar sua sementinha?
Não, minha gente! Ela era a mais poderosa mãe que Hope poderia ter. Se segurava Xena no “bem”, segurava Hope também.
Infelizmente ela se bandeou para o “mal” e, como não é lucrativo, foi cortada do plano maior e hoje vive de pontas com seu pai em uma série aí de baixo orçamento que tem um herói suadão como principal.

Enfim…

Outra prova do benefício que a sociedade do mundo conhecido tinha com a Evil Xena é a imperatriz de When Fates Collide.

Alguém viu algum pedinte por lá? Falou-se de fome, pragas ou senhores de guerra? Alguém reclamando de alguma coisa que não fosse um vazio no peito, tipo esses bla bla blás de sapa apaixonada?
Justamente.

Pegue por exemplo Adventures in the sin trade I e II e conte os mortos. Ou talvez Destiny. Locked up and tied down ou mesmo The Debt I e II você não contabiliza duas dúzias de presuntos.
Já A Good Day, End Game, Antony & Cleopatra, Last of  Centaurs e tantos outros os cadáveres às vezes nem cabem na tela! Xena era ótima para matar fazendo o bem maior e mais ainda era ótima para fazer os outros se matarem.
Ela sabia disso e usou contra Calígula. Ela gostava disso e não deixava Gabrielle escapar de jeito nenhum.
Ela sentia algo além do óbvio que nós vemos.

Gabrielle era essencial no seu caminho. Permanecer no bem era seu destino. Lutar pelo Deus único de Eli e alimentar as ambições de Miguel (tinha um rostinho bom esse menino, não?) e limpar a humanidade do esgoto humano que habitava na Terra.

Porque no mal ela não proporcionava tal lucro pra este Deus que não chegou a ser provada sua benevolência. Xena não sabia exatamente pra quem trabalhava e o que estava fazendo. Ela lutava pelo que sentia ser o certo, assim como também o fazia como Evil. A diferença é que o ponto de vista mudou, só isso.

Sendo assim, Gabrielle era a vilã cruel. Xena estava no caminho errado. Todos que pensávamos serem pessoas boas eram na verdade instrumentos para desviar Xena de um caminho sem mortes e por fim, Akemi é a verdadeira heroína da história.

 

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Exercitando aqui a bipolaridade com este artigo que, possivelmente, detém recorde de asneiras, deixo de recomendação o anime Demon Lord Dante que faz um pouco disto que fiz aqui.

Assistam também caverna do dragão pois é muito bom e, claro, um beijo para alguns pastores evangélicos que são MESTRES em ver o terceiro lado da moeda.

PS: Juro que não fumo

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Sair do armário está na moda II + uns pingos

Sabe aquele negócio de subtexto que estamos afiados em perceber? Então, no mundo das HQ’s isto é presente desde a década de 40.
E se você acha que sofreu porque viu Xena morrer por quarenta mil almas que ninguém se importa sem antes ter dado aquela bem dada com Gabrielle pra tirarmos a limpo o eterno impasse, posso afirmar que você não sofreu NADA comparado a quem passa décadas esperando qualquer palavrinha de despertar de seu personagem favorito da Marvel, DC ou qualquer outra marca de quadrinhos em busca de um indício de sua homossexualidade.

Pois bem, o século XXI chegou  -embora as vezes não pareça-  e certas personagens já se sentem mais a vontade para arriscar sua felicidade. Afinal, nada pode valer mais a pena.

Depois de Lanterna Verde e Estrela Polar, agora é a vez de Wolverine, Hercules e Batwoman  Kathy Kane*

Claro, ainda que estejamos no século XXI, existe um ENORME tabu em colocar grandes heróis do cacife de Wolverine como homossexuais. A solução? Universos alternativos!

Isso lembra o que né?

Em se tratando de década de 40 e anos 90 o tabu/preconceito era tão grande que dá para dar um desconto. Mas hoje em dia, em pleno ano de 2013 , depois de passar por um apocalipse em que secretamente fomos salvos por Buffy, depois de Ellen, depois de Xena e zilhões de seriados/filmes/desenhos/novelas/reality shows  com a temática sempre presente, com a internet disseminando centenas de informações e arquivos por segundo ,um veículo de informação se utilizar de realidade alternativa para poder ter a liberdade de arriscar um pouco sua personagem é no mínimo de uma covardia imensa.

Mas vendo por outro lado também penso que ninguém abre uma empresa pra salvar o mundo, o nome disso é ONG.

Então nos atendo aos fatos e não às suposições, eis as fotos liberadas de antemão pela Marvel e DC sobre seus próximos lançamentos:

BatWoman  e o pedido de Casamento :

 

Hércules fazendo com Wolverine o que o escovinha fazia com Iolaus nas moitinhas da Grécia antiga:

E para quem não sabe, Daken (filho de Wolverine) já é apresentado como bissexual e sempre aparece na cama com rapazes na comic Siege

Há quem diga que isto altera a personalidade dos personagens e que fica fora de contexto.  Mas em realidades alternativas tudo é possível. Só fico na dúvida se esse tipo de posição segura em que as empresas de quadrinhos se colocam serve mais para atiçar o preconceito ou conscientizar que há a possibilidade de seu herói ser gay e não ser menos herói por isso.

E falando em atiçar o preconceito, este mês o que pipocou nas redes sociais por gays, haters e não gays foi a entrevista de Silas Malafaia no programa de Marília Gabriella falando sobre diversos assuntos e, claro, dentre eles a homossexualidade.

E agora exercendo meu direito de ter uma opinião digo que no final das contas achei de um benefício tão grande para a sociedade esta entrevista que se eu pudesse dava um beijo na boca da Marília Gabriela.
Primeiro porque eu acho que ela já esperava por isso, embora tentando se manter paciente e exercitando a imparcialidade, as reações de Malafaia a todas as questões eram mais do que esperadas por seus fiéis e pelos que não acreditam nele. Não causou grandes surpresas.
Sei que existem muitas pessoas que carecem de informação ou da capacidade de imposição, da capacidade de questionamento, da capacidade de interpretação e mais ainda da humildade de perceber que talvez esteja no caminho errado. Estas talvez um dia apurem sua percepção e saiam da passividade, do limbo da comodidade de apontar o dedo sem olhar para o umbigo e que, acima de tudo, lute por sua opinião. Seja ela qual for.  Questionem seus líderes.

Acredito até que Malafaia faz isso, luta contra todos para provar seus argumentos. Falta só o essencial, prová-los.

Segundamente porque as pessoas que não se encaixam na descrição supracitada são as que vão olhar com outros olhos para seu líder.  O brasileiro está lendo mais, está questionando mais, está se formando muito mais do que na época dos deuses antigos. As pessoas estão pensando duas vezes antes de seguir qualquer pessoa que fale bonito. Que finja ter algum tipo de conhecimento que no fundo não tem. E mesmo que tivesse, as pessoas estão mais do que nunca discordando.

Estes líderes religiosos não estão mais dando conta do povo que não vê mais de modo quadrado. Papa renunciando no Vaticano, Malafaias da vida gritando para serem ouvidos. Acabou o embasamento. Ser um religioso de cabresto não é mais digno de orgulho.

Você dá e a promessa de um retorno nunca se concretiza. Você julga o gay, mas o casamento dele parece mais feliz que o seu. Seu filho é amigo de um garoto afeminado e nem por isso ele não se apaixonou pela garota mais bonita da escola.

As pessoas estão observando melhor.

É uma questão de números. Matemática. IBGE. Chame como quiser.

Hoje não existe mais gays do que ontem. O que existe é mais tolerância e mais coragem por parte de quem sai do armário.

Ontem era tudo à surdina. Isso hoje se reserva aos que juram uma virgindade que não conseguem cumprir. Que negam uma humanidade que acreditam ser criminosa, mas que no fundo é parte de si. Como a fome, como o frio. Parte de quem você é. As pessoas de hoje são as mesmas de ontem, só que com um olhar mais de perto.

Leia a Bíblia, tem coisas lindas lá. Exemplos para a vida. Você veja como fábula ou não.

Eu vejo Rei Leão como uma Fábula, mas acredito muito que se deve respeitar desde a formiguinha até o maior dos antílopes. Ser real ou não é um mero detalhe irrelevante.

Quer interpretar de forma histórica a Bíblia? Faça direito

http://www.youtube.com/watch?v=_7qxFbFBp5k

Sua beleza não será menor.

Assim como realidades alternativas não mudarão o fato de que um gay pode ser herói. Porque ALTERNATIVO não é sinônimo de IMPOSSÍVEL.

 Seja gay, seja feliz. Acredite em Deus, desacredite. Saia do armário, se confesse. Leia o gibi, duvide de uma verdade inquestionável. Vista-se como quiser e reconheça as limitações de quem se diz porta voz de algo superior. Faça tudo isso se achar que deve, mas antes de tudo, acredite em você mesmo. Na sua capacidade de ser e crer no que achar ser certo e condizente com SUA VERDADE.

Quer seguir um líder, um geneticista, um gibi? Estude, interprete, questione, duvide, acredite e siga. Mas acima de tudo, respeite a diferença que mora ao lado

 

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Quer ver a entrevista e suas réplicas e tréplicas?

Entrevista Silas Malafaia: http://www.youtube.com/watch?v=Myb0yUHdi14

Resposta do Geneticista: http://www.youtube.com/watch?v=3wx3fdnOEos

Resposta do Malafaia ao geneticista: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=OwvbvQpSZME

Resposta às considerações finais de Malafaia: https://www.youtube.com/watch?v=iOe-eVuJdco

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A parte I da matéria: http://www.revistaxenite.com/sair-do-armario-esta-na-moda/

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*Existe uma enorme confusão sobre a diferença entre batgirl e batwoman. Kathy Kane é a BatWoman sempre tratada como bissexual até há pouco.  Sua sobrinha Betty Kane é a batgirl, esta no caso bem hétero e completamente apaixonada por Robbin/Asa Noturna.  Barbara Gordon é a segunda (e mais famosa) Batgirl, também heterossexual.

 

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CRENÇAS E ATITUDES

Crenças e atitudes

Mára

 

               Quase sempre quem tem uma crença nos Deuses utiliza esta fé para balisar sua conduta na vida, seu comportamento. Há uma crença de que se deve agradas a estes seres poderosos para obter seus favores , suas bênçãos ou ao menos não incorrer em sua ira.

               Em XWP vemos esta busca em diversos episódios e é sobre isso que ocorreu refletir.

URNA DE APOLO

vá e faça o bem…

         

    O episódio sobre a urna de Apolo fala sobre os sacerdotes e um objeto que catalisa culpas, tendo a propriedade de conceder o perdão dos pecados passados ,uma nova chance na vida. Foi roubada por pessoas que desconsideraram a importância que ele tem para toda uma comunidade. Nossas amigas se lançaram para salvar algo que para aquelas pessoas era fundamental, um alívio para a consciência, uma chance de recomeço e esperança de redenção.  [  Tiveram que aguentar a Tara, mas são os ossos do ofício.]

               Neste caso Xena e Gabrielle atuaram no mesmo sentido da crença alheia, não apenas respeitando-a, mas lutando por ela num gesto de  esforço, respeito, compreensão e reconhecimento da importância.

           

 

 

 

 

PAX

UMA ESTÁTUA QUE VALE UMA IDEIA

   

 

             Sobre a Pax também vemos esta busca por um objeto simbolizando uma crença, desta vez mais no âmbito político do que religioso. A estátua era a concretização física de desejos de união e paz e no episódio The Royal Couple  of Thieves, não apenas lutaram para  impedir uma poderosa arma de cair nas mãos erradas, mas como disse o patriarca para Autolicos era algo que os definia como povo e tudo que se é.

               Novamente é o respeito ao que é importante para outros que move nossas heroínas, lutando para apoiar a fé alheia.

              

 

TABUAS DA VERDADE

 

 

                 Quando Tara novamente aparece, onde é impedida a dança, vemos a crença sendo usada para dominar o comportamento de toda uma povoação e Xena e Gabrielle agindo sobre esta crença e buscando modificar a força e poder que a mesma tem na vida das pessoas, levando a população a agir mais em concordância com aquilo que ambas achavam importante. 

                A Evil Xena, junto às amazonas do norte comete assassinatos em território sagrado e em Higushi , buscando honrar o pedido de Akemi, desconsidera a crença de uma comunidade inteira quando obteve o bilhete só de ida para o reino dos mortos que usaria mais tarde em AFIN. [ não esquecendo Dahak que era o MAL, Calígula CRUEL e Najara PIRADA - mas ainda assim crença de alguém que eu não imagino porque diabus gostava da ideia deles agindo soltos por aí

               Vemos esta ação de ir contra o fluxo da crença alheia também no episódio do capacete de Hermes, no Estados Alterados e na índia quando impedem  ritos para salvar um garoto e uma mulher. Nossas heroínas desconsideram a fé e a crença alheias, seguindo suas próprias convicções  e agindo no sentido inverso  do fluxo do respeito ao outro.

               É interessante perceber que muitas vezes em nome de uma liberdade (nossa) não respeitamos a liberdade do outro e não é raro buscarmos que o outro veja e aja conforme nossas convicções, como acontece no episódio da discussão entre os seguidores de Eli e Ares onde um dos primeiros desfazia e tentava modificar a crença dos segundos que resistiam. ARES OU ELI

             Penso que  a raiz do preconceito e da discriminação é este desejar coordenar o comportamento alheio e pode ir da forma de vestir, uso de tatuagens, comprimento do cabelo até religiosidade ou sexualidade. Alguns apenas isolam quem não lhes segue os pensamentos, outros buscam modificar e outros ainda agridem e a justificativa para tal interferência vai desde “desejar o bem do outro” ( a queima de bruxas , a inquisição, a inserção no mercado de trabalho…) até pura e simplesmente medo de que a forma de agir e ser daquele que condenam se torne aceita, comum ou o pior…  dominante, engolindo então sua maneira “correta” de agir.

           Muitas vezes, hipersuperextramegaultrabemintencionados nós também temos esta atitude que condenamos nos outros, então, é importante estarmos em alertas .

           Você lembra de outros momentos da série em que acontece algo assim? [MatarDeusesNumConta hehehehe].

              

              

 

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Uma kombatente com bumerangues e bastão…

…uma mistura de Xena e Gabrielle no Mortal Kombat?

 

Por Alessandro Chmiel

E-mail: x-ale1507@hotmail.com

Twitter: @AleXenite

 

Março de 2013

 

imagem1Dedicado a Diovanne Ouriques, meu enfadonho controlador dessa “biscate” (como eu carinhosamente a chamo) nos nossos kombates épicos. Amigão, esse é pra ti!

 

            Ela não é irmã nem prima da Kitana ou da Mileena (ambas já tendo aparecido aqui na RX, no Girl Power e no Bitch Power, respectivamente). A moral é que esse universo de Mortal Kombat nos dava pouca informação sobre qualquer um dos guerreiros até os jogos se atualizarem, e Jade, em especial, nunca foi um livro aberto. Mas é pra isso que a coluna GP existe: pra mostrar algumas páginas essenciais das heroínas deste mundo e dos outros.

            A guerreira Jade surgiu em Mortal Kombat II, de 1993. Não sendo uma personagem selecionável, o jogador passava um certo trabalho para enfrentá-la: uma ladainha de vencer uma rodada só com chutes baixos e você era levado às masmorras de Goro, enfrentando essa guerreira que era uma mera cópia verde de Kitana, com leques e tudo, e ligeiramente mais rápida que os guerreiros normais. Ah, sim, e imune a projéteis. Mas isso era tudo que se via dela, além de ser possível notá-la espionando atrás das árvores no cenário da Floresta Viva.

            Foi em 1995 que Jade virou uma personagem selecionável, e com história pra contar.

            Membro de uma família valorosa em Edenia, um dos mundos dominados pelo imperador Shao Kahn, Jade foi entregue ao vilão quando criança, como um tributo por seu domínio sobre as terras edenianas. Assim sendo, Shao Kahn a criou para ser uma grande guerreira, forjada em artes marciais ao lado de sua filha adotiva, Kitana, o que acabou por torná-las grandes amigas. Ao virarem adultas e capazes de cuidarem de si mesmas, Jade foi escolhida pelo imperador para ser a guarda-costas particular de Kitana, o que mesclava um serviço ao mesmo tempo de segurança e espionagem. O que o imperador não contava era a capacidade sentimental dessa mulher guerreira, e o jogo do me-engana-que-eu-gosto teve início.

            Quando Kitana decide ajudar os guerreiros da Terra a impedirem Shao Kahn de invadirem seu mundo, é dada a Jade a missão de trazer a princesa de volta, e convencê-la de que seu lugar era ao lado dele, seu “pai” – que a criou como filha por ter assassinado seu verdadeiro progenitor na tomada de Edenia, o Rei Jarod, marido da Rainha Sindel, na invasão, milhares de anos antes. Jade, assim, encontra-se no maior impasse de sua vida: respeitar as ordens de seu imperador, como sempre fazia, ou fazer valer sua amizade com Kitana e ajudá-la a fazer justiça, podendo custar a vida dela e sua própria?

imagem 3

            Como a peça do cavalo em um tabuleiro de xadrez, Jade moveu-se cautelosa e habilmente entre os mundos e lutadores do torneio para realizar a justiça de Kitana: derrubar o imperador e, mais do que tudo, trazer a mãe de Kitana, Sindel, de volta à realidade, de olhos abertos para a verdadeira situação em que Shao Kahn havia imposto nela e em todos os universos. Destemida e um tanto arrogante – inclusive entoando “Isso vai ser fácil” toda vez em que enfrenta um inimigo –, Jade possui as qualidades necessárias para derrubar seus obstáculos, mas sua vitalidade é posta a toda prova ao mudar de lado e lutar no time do bem. Porque por mais que a união faça a força nessa guerra, tem vilão pra KARAMBA nessa história. O cheque-mate é missão complexa – e aparentemente infindável.

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Lutadora hábil com seu bastão retrátil, eu sempre imaginava lutas mirabolantes entre ela e Gabrielle. Nos meus tempos de adolescência, eu costumava realizar meus “torneios imaginários”, nos quais Xena e Gabrielle lutavam contra toda uma trupe específica (Street Fighter, Mortal Kombat, por exemplo…), e Jade estava numa das minhas “viagens”. Lembro-me muito bem de imaginar seu bumerangue brigando no ar contra o chakram, e voltando só no final da batalha, aos pedaços, sobre o corpo inerte de Jade – a Xena sempre ganhava de todo mundo, é claro, E fazia fatalities. Não parava por aí, pois Jade acabava retornando no seu trio de ninjas femininas pra combater Xena, Gabrielle e… Ares (sim, eu tinha muito tempo livre, aparentemente uma certa criatividade e brincava de lutinhas sozinho – coisas de guri). Porém, momento confessionário pra trás, Jade foi como que “reinventada” na minha cabeça ao descobrir sua história ano após ano – uma mulher que era uma assassina por natureza e teve a oportunidade de mudar, lutando por ideais ao invés de saciar uma sede de sangue. Parece familiar?

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Sou aquele tipo de fã de MK que, assim como Xenite, sabe que esse universo é mais rico do que parece ser ao olho distante. Jade, para mim, é uma das maiores guerreiras que já conheci na literatura gamer. Exemplo de coragem, força, amizade. Como não amar?

Ah, eu não falei da personagem no filme Aniquilação? Bom, pra começar, a atriz era asiática, e sua participação foi lamentável. Não fica pra uma próxima!

            Mês que vem, a Girl Power vem mais apimentada do que nunca. Um super projeto vem por aí, que remonta às origens do próprio termo GIRL POWER. Até lá, e obrigado desde já pela atenção e pelos comentários.

 

 

Mais informações: http://mortalkombat.wikia.com/wiki/Jade

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Fevereiro tá aí!

Caros amigos xenites!

Chega mais uma edição pra vocês conferirem :)

Espero que gostem, e ressalto, tirem alguns minutinhos pra comentarem após ler um artigo, esse é o único combustível para a existência da RX.

É isso aí, um ótimo fevereiro à todos!

 

Amazona, treine ela! – Lucas Lorenzo

Vamos fazer um acordo? Eu lhes dou um Bad Boy e vocês me dão um comentário, dearies…Mary Anne

As Fases do Herói – Chapo

Que a sorte esteja sempre com ela – Alessandro Chmiel

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Amazona, treine ela!

AMAZONA, TREINE ELA !

Lucas Lorenzo

 

 

               Melosa deu ordem para que Ephiny treinasse Gabrielle, objetivando aproximar a nova princesa das amazonas trácias dos usos e costumes de seu povo. É interessante lembrarmos que foi Ephiny e não Terreis a levantar a questão de ser necessária autorização da rainha para as invasoras atravessarem os campos de caça e terras amazonas. Terreis concordou plenamente, mas acalmou nossas amigas e segue caminhando ao lado desta camponesa um tanto inocente, explicando a ela como é o mundo e o mundo amazona. Ephiny segue ao lado de Xena, sem dizer nada a não ser responder a questão sobre haver algo que achasse interessante e nossa amiga morena deixa claro que deveria parar de encara-la ou teria seus olhos arrancados fora. Ephiny não se intimida, é uma guerreira.

FILOSOFA

MUNDO AMAZONA

 

               Observando atentamente percebemos que ambas, Terreis e Ephiny, são os dois lados da mesma moeda amazona: a filósofa e a guerreira.

               Ao cair da árvore, Terreis tem seu corpo protegido por Gabrielle, que usa a si mesma como um escudo humano e percebendo que Celesta estava próxima, passa a ela seu direito de casta sendo questionada por Ephiny num misto de surpresa e discordância tácita.

DIREITO DE CASTA

A MORTE E O NASCIMENTO DE UMA PRINCESA

 

SURPRESA E DISCORDANCIA

SURPRESA E 

DISCORDÂNCIA

          Levam Terreis à Melosa e novamente Ephiny tem destaque como guerreira rastreando e capturando Phantes em terras amazonas e quando a rainha Melosa vai explicar à Gabrielle sobre no que consistia o direito de casta, a indignação na expressão de Ephiny deixa claro não ter levado bem a decisão de sua amiga Terreis, recebendo de Melosa a missão de assegurar-se que Gabrielle fosse ensinada.

              treine ela

               Enquanto Gabrielle é vestida, ouve um pouco mais sobre Terreis e sua filosofia.

               Ephiny usa a fala seca e curta dos guerreiros para chamar Gabrielle : Venha, agora!

               Toda sua expressão e tom de voz deixam claro não estar gostando nada da situação, quase numa raiva contida e sendo repreendida por Gabrielle corrige a fala, mas não consegue ultrapassar a barreira da indignação. Apresenta as armas à princesa e tendo ela escolhido o cajado de batalha, lança-o para que Éponin demonstrasse seu uso. Gabrielle fica encantada.

DIVERTIDO

USAR UMA ARMA NÃO É UM JOGO

               Um pouco antes de ver Phantes para interroga-lo, Ephiny passa por Eponin e Gabrielle indagando sobre os progressos da princesa com o cajado de luta, ficando indignada ao ouvir de Gabrielle que  “até era divertido”. Aquilo não era uma brincadeira, nem um jogo e ela deixaria isso muito claro,  demonstrando em um cavalo como utiliza-lo para ensinar como matar um centauro imediatamente, se ele tivesse sorte.

               Quando descobrem que Phantes não é culpado, a rainha não quer ouvir e Xena usa como recurso o desafio real que deveria ser feito por Gabrielle. Ela faz o desafio e não podendo voltar atrás, Ephiny ensina que poderia ter uma campeã e  também explica como Melosa luta , sendo questionada por Gabrielle que afirma ter visto Xena lutar várias vezes, pergunta para Xena como ela aguenta Gabrielle. Melosa combate com Xena, Ephiny  também é condenada a morte se Xena perdesse, mas promete que tirará Gabrielle dali.

como ela guenta

INCOMPATIBILIDADES

Xena vence, faz a paz com os centauros  e elas vão à guerra contra os homens na mesma biga, Gabrielle consegue se defender bem e até ajudar Ephiny quando um inimigo a atacava pelas costas. Ao final, Ephiny entrega seu cajado de lutas, que tinha ganhado de sua mãe, para Gabrielle  como um presente, afirmando que uma princesa amazona nunca recusa um presente de uma amazona. Era o RECONHECIMENTO.

UM PRESENTE

SELANDO UMA AMIZADE

      Tenho grandes suspeitas que havia entre Terreis e Ephiny muito mais do que camaradagem, pois Ephiny  tinha muita liberdade com sua princesa ou como ela definiu para Phantes, sua amiga.

   Quantas vezes isso acontece em nossa vida e não percebemos? Quantas vezes encontramos pessoas irritantes e em situações nas quais entramos indignados e talvez chateados ou magoados e desconsideramos alguém que mais tarde se revela uma grande pessoa e não raro se torna nosso amigo, grande amigo?

   Muitas vezes acontece de pararmos na superficialidade de avaliações rápidas de primeira impressão ou da situação adversa e não damos chance para que possamos descobrir o quanto as pessoas são maravilhosas.

   É na convivência que vamos construindo as amizades e percebendo, nos acordos e desacordos a força dos relacionamentos.

   Gabrielle  construiu com Ephiny uma sólida amizade, terminando por encerrar em si ambos os lados da moeda amazona , tornando-se  a mais lendária das rainhas e cada um de nós também pode construir em bases sólidas se ultrapassarmos as aparências superficiais e dermos chances para conhecer realmente as pessoas.

   Você já descobriu além da aparência?.

 

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